8.20.2011

4º dia sem álcool

Sexta-feira morrendo no trabalho. Dormi quase às 4h, depois de uma sessão de tosse e choro. Às 3h meu pai entrou no quarto com um comprimido na mão e se recusou a dizer o que era. E eu me recusei a tomar, óbvio. Sei lá, eu estava tossindo mais que um cavalo tuberculoso há muitas horas, meu pai estava cansado, VAI QUE ele estava buscando uma forma mais simples de resolver o problema?
Ele insistiu muito, acabei tomando o remédio e não morri.
Cheguei no trabalho às 11h, morrendo de novo e ainda, tossindo e lacrimejando. O dia demorou a passar e desisti de ir à faculdade. Recusei todos os convites para nigths bombantes que só aparecem quando se está doente, inclusive um que me faria quebrar a única regra desse desafio, mas ABAFA. Não iria render nada mesmo, escorrendo catarro desse jeito.
Cheguei em casa, me entupi de remédios e devo ter morrido por algumas horas, porque nada mais me lembro.

4 reclamantes:

Fernanda disse...

e aí, como estamos na vaibe alcool-free?

ai, tou super torcendo por você porque eu, bem, eu sou uma fraude. cof cof.


(melhoras! :* )

O Impenetrável disse...

muito legal o seu blog. já sigo!

não sei se conseguiria viver sem álcool, mas sob a perspectiva de estar doente pelos exageros até que é válido, e isso sempre acontece comigo.

beijo

Fernanda disse...

e aí? como estamos?
HAHAHA



ai ai, se vc morasse em Brasília eu ia falar: foda-se esse negózdi de ficar 21 dias sem álcool, vem tomar umas cerveja comigo.



beijo!

Fernanda disse...

*negózdi ficar



porque né, o português tem que ser impecável. RISOS